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Aterro clandestino é fechado em área verde da zona oeste do Rio

Douglas Corrêa – Agência Brasil, 08.01.2013

Rio de Janeiro – Um aterro clandestino de resíduos de material de construção, localizado em Vargem Grande, na zona oeste da capital fluminense, foi fechado hoje (9) por uma equipe da Secretaria Municipal de Meio Ambiente. Caminhões descartavam diariamente toneladas de detritos destruindo a vegetação de taboa, típica de brejos.

Na ação, os fiscais encontraram no terreno dois contêineres de lixo e uma máquina que estava sendo usada para espalhar o entulho usado para aterrar a área, localizada no final da Rua do Cascalho, próximo ao Canal de Marapendi.

A denúncia da existência foi feita pelo Projeto de Monitoramento Ambiental Aéreo, do biólogo Mário Moscatelli. Apesar da ação da secretaria, Moscatelli se mostrou pessimista quanto ao fechamento definitivo do aterro. "Eu garanto que daqui a três meses eles voltarão a jogar entulho no local. Isso acontece aqui no Rio de Janeiro, em Duque de Caxias e em todos os municípios, porque falta uma fiscalização efetiva por parte dos órgãos da prefeitura envolvidos com o meio ambiente".

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Alex Rodrigues - Agência Brasil, l 07.01.2013

Responsáveis pelas carvoarias responderão por crime ambiental. (Paulo rsmenezes / Creative Commons)

Brasília – A Polícia Militar Ambiental (PMA) de Mato Grosso do Sul fechou ontem (6) duas carvoarias que funcionavam ilegalmente no interior de um dos nove assentamentos existentes em Itaquiraí, cidade localizada a cerca de 400 quilômetros da capital Campo Grande.

Segundo a PMA, seis fornos funcionavam no local, não identificado pela instituição. A polícia informou apenas que se trata de um assentamento de ex-trabalhadores sem-terra. Segundo o secretário municipal de Agricultura, Pecuária e Meio Ambiente, José Prior, existem nove assentamentos deste tipo na cidade e a prefeitura não foi notificada da autuação.

Além de responderem por crime ambiental, já que trabalhavam sem autorização do órgão competente, os responsáveis pelas duas carvoarias ilegais foram multados em R$ 600 cada. A pena para o crime pode chegar a um ano de detenção.

Em outro lote do assentamento, os policiais militares ambientais identificaram uma área de seis hectares desmatada ilegalmente. Um hectare corresponde a dez mil metros quadrados, aproximadamente um campo de futebol de medidas oficiais. O dono do lote foi autuado em R$ 1,8 mil e também vai responder por crime ambiental, podendo ser condenado a pena que varia de três a seis meses de prisão.

Edição: Carolina Pimentel

 
Transocean vai pagar multa de US$ 1,4 bilhão por vazamento no Golfo do México

BBC Brasil - Agência Brasil 03.01.2013

Manchas de óleo durante o acidente no Golfo do México (DVIDSHUB/wikimedia commons)

 

Brasília - A empresa Transocean, com sede na Suíça, concordou hoje (3) em pagar multa de US$ 1,4 bilhão (cerca de R$ 2,8 bilhões) por sua participação no pior vazamento de petróleo da história dos Estados Unidos.

Segundo o Departamento de Justiça dos EUA, a empresa, proprietária da Plataforma Deepwater Horizon – que explodiu em 2010, matando 11 funcionários e provocando o vazamento de petróleo no Golfo do México –, declarou-se culpada das acusações criminais contra ela.

O vazamento durou três meses. A petroleira britânica British Petroleum, responsável pela operação da plataforma, já havia concordado em pagar multas de US$ 4,5 bilhões (cerca de R$ 9,1 bilhões).

 


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Folder de apresentação do XVI Greenmeeting

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