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A Presidente do Chile Michelle Bachelet 

presidirá a comissão da Organização

Pan-Americana da Saúde

A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), confirmou hoje (7) que a presidente do Chile, Michelle Bachelet, será a nova chefe da sua comissão para promoção de acesso à cobertura universal de saúde nas Américas. A informação é da ONU News.

Além de Bachelet, também participarão do grupo a brasileira Laís Abramo, diretora da Comissão das Nações Unidas para América Latina e Caribe (Cepal) e outros representantes da sociedade civil e ex-autoridades da América Latina e do Caribe.

Em comunicado, a Opas disse que o trabalho do grupo será promover soluções que ampliem o acesso à saúde da população das Américas até 2030, sem que ninguém seja esquecido. O convite à Bachelet, que deixará a Presidência do Chile em 11 de março, foi feito pela diretora da Opas, Carissa Etienne.

Segundo ela, a presidente, que é médica de formação, tem liderança e compromisso, elementos-chave para empoderar as pessoas e as comunidades na busca da igualdade e da realização do direito à saúde.

De acordo com a Opas, quatro décadas depois da Declaração Alma-Ata (formulada na Conferência Internacional sobre Cuidados Primários de Saúde, realizada no Cazaquistão em setembro de 1978), que defendia a implantação de um sistema de saúde para todos no ano 2000, cerca de 30% da população das Américas ainda não tem acesso a cuidados médicos por motivos econômicos. E cerca de 21% dos habitantes da região não conseguem chegar a hospitais e postos de saúde por causa de barreiras geográficas.

Mais recentemente, em 2015, os países-membros da ONU assumiram o compromisso de alcançar o acesso universal à saúde até 2030, ao aprovar a Agenda de Desenvolvimento Sustentável. A comissão da Opas a ser presidida por Bachelet irá debater como os programas nacionais nas Américas estão implementando as mudanças necessárias.

Edição: Augusto Queiroz

 

Termina no Rio de Janeiro o XVI Encontro

Verde das Américas 2017

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Mesa de abertura do XVI Encontro Verde das Américas 2017

O XVI Encontro Verde das Américas foi encerrado nesta terça-feira 26/09 no Teatro do BNDES no Rio de Janeiro, após um amplo debate sobre diversos temas ambientais, por um seleto grupo de palestrantes do auto escalão da gestão ambiental brasileira e das Américas. O Encontro recebeu o Cardeal Arcebispo do Rio de Janeiro Dom Orani Tempesta; a Embaixadora María Jacqueline Mendoza Ortega, Secretária Geral da OTCA - Organização do Tratado de Cooperação Amazônica; Embaixador Nils Martin Gunneng, Noruega; Embaixador Riccardo Savone, Canadá; Embaixador Lars Honnas, da Suécia, o Embaixador da Alemanha Georg Witschel, o Vice-Almirante Lima Junior entre outros.

O XVI Encontro Verde das Américas, o “Greenmeeting Rio 2017” é um importante Fórum que visa propor soluções para as principais questões socioambientais e econômicas do Brasil e do hemisfério, reúne tecnólogos, pesquisadores, autoridades, representantes de empresas e autarquias, órgãos ambientais, professores e alunos universitários, representantes de instituições nacionais e internacionais, bem como diplomatas de vários continentes, com o proposito de realizar um importante debate em prol do desenvolvimento Sustentável e de melhores condições de vida no planeta.

O objetivo do Encontro é ser um banco de ideias que possa apresentar inovações e propostas importantes que leve ao desenvolvimento de empreendimentos sustentáveis, socioambientais e econômicos, configurando como uma startup de aceleramento de iniciativas inovadoras, entre elas técnicas referentes às mudanças climáticas, água e energia renovável.

 

Polônia expressa preocupação por manobras

militares de Rússia e Bielorrússia

Da Agência EFE14/09/2017 15h09,

O governo de Varsóvia denunciou nesta quinta-feira (14) "indícios" de que as manobras conjuntas iniciadas pelos exércitos de Rússia e Bielorrússia perto da fronteira com a Polônia e com os países bálticos têm "caráter ofensivo", ao contrário do declarado por Moscou. A informação é da EFE.

O vice-ministro de Defesa da Polônia, Michal Dworczyk, expressou em uma declaração no Parlamento sua "preocupação" perante estes exercícios militares denominados "Zapad 2017", que tanto a Polônia como a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) "acompanham de perto".

Tratam-se algumas manobras que não são transparentes, tanto pela falta de informação sobre o número de soldados envolvidos quanto pelas incertezas em torno do cenário escolhido", acrescentou o titular da Defesa, referindo-se às dúvidas expressadas pela Otan quanto à veracidade dos dados apresentados por Moscou.

A Rússia afirma que estas manobras mobilizaram cerca de 12.700 soldados (de modo que deveria apenas informar à Otan e convidar observadores), quando a aliança estima que o número de militares envolvidos é de aproximadamente 100 mil."

As "Zapad", manobras militares que a Rússia e a Bielorrússia realizam a cada quatro anos para melhorar sua coordenação, acontecem perto das fronteiras da Polônia, Estônia, Letônia e Lituânia. O alerta perante estes exercícios também afetou os países bálticos, que criticaram a falta de transparência da Rússia e se consideraram preparados para se defender.

A presidente da Lituânia, Dalia Grybauskaite, afirmou em uma entrevista à rádio LRT que seu país “está melhor preparado" agora do que em ocasiões anteriores, em parte pela ajuda dos "amigos da Otan". Ela também denunciou que, apesar da fase "ativa" das manobras ter começado hoje, os "movimentos de tropas e os preparativos" estão acontecendo "há cerca de um mês".

Por sua vez, o ministro de Relações Exteriores da Letônia, Edgars Rinkevics, afirmou à televisão pública que seu país "não considera os exercícios como uma ameaça militar direta", mas reconheceu que o governo está em "estado de alerta".


"Não podemos descartar as tentativas de testar as defesas da Otan ou de nos testar de uma forma não militar, como em ciberdefesa", acrescentou.

 


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Folder de apresentação do XVII Greenmeeting

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