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Merkel enfatiza compromisso com acordo

climático de Paris, em crítica a Trump

Da Agência Brasil *01/07/2017 Brasília

Sem citar nomes, a chanceler alemã Angela Merkel fez críticas às políticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em um discurso no Parlamento, nesta semana. Merkel enfatizou o compromisso da Alemanha para a cooperação multilateral para enfrentar os desafios transnacionais, tais como as alterações climáticas.

"Quem pensa que os problemas deste mundo podem ser resolvidos com o isolacionismo e o protecionismo está cometendo um enorme erro", disse Merkel, a uma semana do início oficial da Cúpula do G-20. "Somente juntos podemos encontrar as respostas certas às questões centrais dos nossos tempos". Esta circunstância se aplica ao G-20 e também à União Europeia, de acordo com a chanceler.

Dirigindo-se à questão das mudanças climáticas, ela advertiu que "não podemos esperar até que a última pessoa na Terra esteja convencida da evidência científica das mudanças climáticas. Em outras palavras: o acordo climático [de Paris] é irreversível e não negociável."

Desde que os Estados Unidos abandonaram o Acordo de Paris, a Alemanha ficou "mais comprometida do que nunca para torná-lo um sucesso", disse Merkel.

A Alemanha sediará a cúpula do G-20, de 7 a 8 de julho, na cidade de Hamburgo, no norte da Alemanha. Merkel quer que a cúpula envie um "sinal de determinação" das 20 maiores nações industrializadas e emergentes do mundo para assumir sua responsabilidade internacional. "Precisamos do G-20 mais do que nunca," disse Merkel.

No entanto, a chanceler prevê negociações difíceis, pois espera que haja muitas diferenças nos pontos de vista entre os participantes.

Edição: Lílian Beraldo *Com informações da Agência Xinhua

 

Donald Trump diz que o encontro com o

Papa Francisco foi fantástico

24/05/2017  Roma - Da Agência EFE

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, qualificou de "fantástico" o encontro com o papa Francisco que aconteceu nesta quarta-feira (24), segundo os meios italianos. A informação é da agência EFE.

Trump fez esta afirmação ao se encontrar com o primeiro-ministro italiano, Paolo Gentiloni, na Villa Taverna, a residência do embaixador americano em Roma.

Os jornalistas italianos que estiveram presentes nestes primeiros instantes da reunião, também informaram que a esposa de Trump, Melania se aproximou para cumprimentar o primeiro-ministro e depois contou sobre a visita ao hospital infantil Bambin Gesú, que é administrado pelo Vaticano.
"Com o papa, tive um fantástico encontro. Ele é uma grande pessoa", disse Trump a Gentiloni, com quem manteve uma breve reunião antes da Cúpula do G7, que será realizada entre 26 e 27 de maio na cidade siciliana de Taormina.

Com esta reunião, termina a visita de 19 horas de Trump à capital italiana, na qual foi recebido pelo papa e pelo presidente da República, Sergio Mattarela.

Está previsto que o líder americano chegue nesta tarde a Bruxelas para participar da Cúpula de líderes da Organização do Tratado do Atlântico Norte. No dia 26 retornará à Itália para participar da Cúpula do G7.

Após encontro no Vaticano

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que está "mais determinado do que nunca" a trabalhar pela paz no mundo, após ter se reunido com o papa Francisco, no Vaticano.

"Honra de uma vida inteira ter encontrado Sua Santidade o papa Francisco. Deixo o Vaticano mais determinado do que nunca a buscar a paz em nosso mundo", escreveu o presidente em sua conta no Twitter.

Eles conversaram em particular por 27 minutos e depois fizeram a tradicional troca de presentes. De acordo com a Santa Sé, o papa e Trump mantiveram um diálogo "cordial" em que respaldaram "a promoção da paz no mundo" mediante a negociação política.

O Vaticano informou que eles debateram pontos de vista "sobre alguns temas relacionados ao âmbito internacional e a paz no mundo". Para Trump e Francisco, este objetivo é alcançado "mediante negociação política e diálogo inter-religioso, no tocante à situação do Oriente Médio e a proteção das comunidades cristãs".

Segundo o presidente americano, o pontífice é "uma grande pessoa", alguém "especial" e a reunião foi "fantástica".
A Casa Branca ainda não informou o conteúdo da reunião nem os temas tratados. A única avaliação da audiência, por enquanto, foi o tweet de Trump e algumas declarações feitas no encontro dele com o primeiro-ministro italiano, Paolo Gentiloni, em Villa Taverna, na residência do embaixador americano em Roma.

Edição: Graça Adjuto

 

Em discurso de posse, Macro diz que Europa 

precisa mais do que nunca da França

Da Agência Brasil 14/05/2017  Brasília

O presidente da França, Emmanuel Macron, tomou posse na manhã de hoje (14) no Palácio do Eliseu, sede do governo francês, em Paris, pedindo uma França mais forte. Aos 39 anos, o centrista é o presidente mais jovem da história da República francesa. O representante do movimento independente Em Frente! governará o país por cinco anos. 

“O mundo e a Europa precisam mais do que nunca da França, de uma França forte, que erga alta a voz da liberdade e da solidariedade, de uma França que saiba inventar o futuro”, afirmou Macron na cerimônia. O novo presidente, no entanto, admitiu que o país “duvida de si mesmo” há décadas.

O líder liberal reiterou que não vai “ceder em nada” com relação ao programa de governo anunciado durante a campanha. Segundo ele, haverá liberação do trabalho, estímulo à iniciativa privada e priorização da criação e da inovação. Ele também prometeu um “fortalecimento da solidariedade nacional” para os que “se sentem esquecidos” pelos efeitos da globalização.

Macron disse ainda que trabalhará pela União Europeia. Segundo ele, é preciso “reforçar e relançar” a Europa “porque nos protege e nos permite projetar nossos valores para o mundo”. “A França só é forte se é próspera. A França só é um modelo para o mundo quando é exemplar”, afirmou.

O presidente tocou no tema da segurança, prometendo “amplificar tudo que faz da França um país seguro, onde se pode viver sem medo” e assegurou mais recursos para as forças de segurança e os serviços secretos.

Ele também homenageou seus antecessores, e especificamente o socialista François Hollande, de cujas mãos havia recebido o cargo mais cedo. Emmanuel Macron afirmou que Hollande foi um precursor em relação ao Acordo de Paris sobre o clima e alguém que “protegeu os franceses em um mundo golpeado pelo terrorismo”.

Após uma reunião privada entre os dois em que Hollande repassou, entre outras informações, os códigos das armas nucleares, o socialista deixou o Palácio do Eliseu. François Hollande deixa a Macron um difícil legado econômico e de luta contra o terrorismo, após uma série de atentados que causaram comoção na França nos últimos dois anos.

No domingo passado, Macron venceu o segundo turno das eleições francesas derrotando a candidata do partido ultradireitista Frente Nacional, Marine Le Pen. O centrista obteve 66,1% dos votos contra 33,1% de Le Pen.

*Com informações das agências Télam e EFE     -     Edição: Augusto Queiroz

 


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