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Putin diz que atentados são "abomináveis"

Brasília - Em visita hoje (1º) a Volgogrado, o presidente russo, Vladimir Putin, qualificou como “abomináveis” os atentados suicidas que resultaram na morte de 34 pessoas. Entre domingo (29) e segunda (30), dois atentados foram cometidos na cidade. O primeiro, ocorreu na principal estação de trem de Volgorado, localizado a 700 quilômetros de Sotchi. O segundo, foi em um trólei - meio de transporte comum nas cidades russas - do sistema público utilizado na cidade.

O atentado levantou dúvidas quanto à segurança dos Jogos Olímpicos de Inverno, que ocorrerão a partir de fevereiro, na cidade de Sochi. Até o momento foram registradas 18 mortes em decorrência do atentado de domingo e 16 em decorrência do atentado cometido na segunda-feira. Mais de 60 pessoas foram hospitalizadas em Volvogrado e em Moscou, para onde alguns dos feridos foram transferidos.

Vladimir Putin (World Economic Forum/Creative Commons)

"Este crime abominável que foi cometido aqui em Volgogrado não precisa de comentários suplementares", disse Putin durante a visita à cidade de cerca de 1 milhão de habitantes, situada nas margens do Volga. "Pouco importa o que possam dizer os criminosos para tentar justificar os seus atos, não há qualquer justificação para crimes cometidos contra civis, sobretudo mulheres e crianças", acrescentou o presidente russo.

Até o momento, nenhum grupo assumiu a autoria dos dois atentados suicidas, mas investigadores já apontaram semelhanças nos explosivos usados, o que faz aumentar as suspeitas de que os dois eventos foram coordenados. De acordo com a imprensa local, uma das pessoas estaria ligada a rebeldes que tentam estabelecer um estado islâmico na região do Cáucaso russo.

Edição: Marcos Chagas - Agência Brasil* 01/01/2014

*Com informações da Agência Lusa

Direitos autorais: Creative Commons - CC BY 3.0

 

 

Caso Molina provocou impasse diplomático em 2013 ao Governo Brasileiro

Carolina Sarres - Agência Brasil

Brasília – O Ministério das Relações Exteriores, o Itamaraty, trocou de comando em 2013. O ex-chanceler Antonio Patriota foi substituído, em agosto, por Luiz Alberto Figueiredo, o embaixador que chefiou as negociações brasileiras na Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. A saída de Patriota ocorreu após a vinda ao Brasil do senador boliviano Roger Pinto Molina, asilado na embaixada brasileira em La Paz há mais de um ano.

O senador havia sido condenado na Bolívia e pediu asilo ao Brasil argumentando ser perseguido político. Molina ficou hospedado na embaixada do Brasil por mais de um ano pela falta do salvo-conduto expedido pela Bolívia, necessário para que o político pudesse ser trazido ao território brasileiro. Molina, no entanto, foi retirado da Bolívia mesmo assim em uma operação que envolveu o encarregado de Negócios Estrangeiros da embaixada no país, Eduardo Sabóia. O governo brasileiro afirmou não ter conhecimento da operação, o que desencadeou um impasse diplomático.

O então chanceler Antonio Patriota saiu da pasta e foi chefiar a missão do Brasil nas Nações Unidas (ONU), em Nova York. Na época da crise, Patriota disse que o Brasil buscou a negociação e as vias diplomáticas para solucionar o caso do senador Pinto Molina e que a retirada do político foi um caso isolado.

O Itamaraty abriu sindicância para investigar a atuação do encarregado Eduardo Sabóia, que, depois de afastado, voltou aos trabalhos no ministério. O caso de Sabóia foi o único, na história recente da instituição, em que um diplomata teve conduta investigada administrativamente por supostamente não seguir orientações de superiores, especialmente na carreira, guiada por disciplina e hierarquia.

O ex-chanceler era mais afeto a questões tradicionais da diplomacia, como paz e segurança; o atual, é entusiasta dos chamados "novos temas", como meio ambiente e direitos humanos.

"O Itamaraty é uma instituição estável, com muita continuidade. Não percebemos resultados práticos das visões pessoais sobre política exterior. A instituição pesa mais. Estamos na expectativa de alguma decisão própria que evidencie uma mudança de política nas áreas em que há necessidade", disse o professor de Política Internacional da Universidade de Brasília (UnB) e especialista em política exterior brasileira, Amado Cervo.

Ao tomar posse, Luiz Alberto Figueiredo disse que sua meta será intensificar a atuação do ministério no esforço para a inclusão social e a proteção do meio ambiente. Para Amado Cervo, entre os temas mais sensíveis do ministério estão comércio exterior e política industrial - especialmente depois de não ter havido conclusão da Rodada Doha da Organização Mundial do Comércio (OMC), que acabou sendo destravada na direção-geral do diplomata brasileiro Roberto Azevêdo.

Segundo ele, com as mudanças nas perspectivas de comércio no mundo - com a oscilação entre políticas multilaterais e bilaterais, muito devido à demora de Doha - , eram esperadas mudanças de política. "A política anterior se mantém, apesar das mudanças de cenário, de ordenamento jurídico e político internacional, que têm provocado efeitos negativos na balança comercial brasileira. Essa é uma falha para a qual não vislumbramos nenhuma nova perspectiva, nenhum novo conceito ou estratégia", disse o professor.

Para ele, o acordo alcançado no âmbito da OMC em dezembro não terá efeitos concretos imediatos sobre o regime de comércio, que está em um período de transição.

Edição: Carolina Pimentel

 

 

Ban Ki-moon promete apoio internacional a vítimas de tufão nas Filipinas

Agência Lusa 

Tufão FilipinasO secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, encorajou hoje (21/12) os sobreviventes do tufão Haiyan, nas Filipinas, a “nunca perder a esperança”. Ele prometeu mobilizar ajuda da comunidade internacional para ajudar a superar os efeitos da catástrofe natural.

“Nunca percam a esperança, a ONU está ao vosso lado. O mundo está ao vosso lado”, declarou Ban Ki-moon, durante uma visita à cidade afetada pelo tufão Haiyan, Tacloban. O tufão abalou as ilhas centrais das Filipinas, no dia 8 de novembro.

Imagem captada do tufão (Nasa/Creative Commons)

Usando um boné de basebol, Ban Ki-moon percorreu rua coberta de escombros em Fátima, área costeira da cidade de 220 mil habitantes. Segundo o Governo filipino, o tufão fez 6.102 mortos e 1.779 desaparecidos, deixando 4,4 milhões de pessoas sem abrigo.

O Governo estima em US$ 8,17 bilhões os recursos necessários para a reconstrução em quatro anos. A ONU lançou no início do mês um apelo à comunidade internacional para reunir fundos de US$ 791 milhões de dólares, destinados a ajudar os sobreviventes durante 12 meses.

Em Manila para uma visita de três dias, Ban Ki-moon encontrou-se hoje com o presidente filipino Benigno Aquino, antes de seguir para Tacloban. Aquino agradeceu o apoio das Nações Unidas, indicou um porta-voz da Presidência.

Direitos autorais: Creative Commons - CC BY 3.0

 

 


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Folder de apresentação do XVI Greenmeeting

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