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Ucrânia adia adesão à União Europeia e população vai às ruas

Brasília - A oposição ucraniana mantém hoje (26), pelo terceiro dia consecutivo, uma concentração por tempo indeterminado na Praça Europa, na capital do país, Kiev, em protesto contra a decisão do governo de renunciar à assinatura do Acordo de Associação à União Europeia (UE). Na semana passada, o governo ucraniano decidiu inesperadamente renunciar à assinatura da adesão da Ucrânia ao bloco, o que vem sendo criticado pela oposição como resultado da pressão da Rússia, que chegou a advertir o país sobre as consequências comerciais de um acordo com a UE.

Na noite de ontem (25), forças antimotim usaram gás lacrimogêneo contra um grupo de manifestantes que atacou um veículo de segurança no local. A ação foi reivindicada pelo líder do Partido Nacionalista Sovoboda (Liberdade), Oleg Tiagnibok. Segundo ele, o veículo atacado, estacionado na praça, estava fazendo escutas ilegais.

Ucrânia adia adesão à União Europeia e população vai às ruas (Yakudza/Wikipedia Commons)

“Conseguimos retirar do veículo várias malas e alguns computadores. Quando abrimos, descobrimos equipamento de escuta, antenas para interceptar sinais de rádio e vários conjuntos de matrículas de carro”, disse Tiagnibok, ao informar que o equipamento será apresentado à imprensa hoje.

Depois do incidente, as forças especiais da polícia retiraram o veículo do local, onde centenas de defensores da integração da Ucrânia à União Europeia passaram a noite. Yulia Timoshenko, ex-chefe do governo e líder da oposição, que está internada em um hospital devido a uma greve de fome por tempo indeterminado, se solidarizou com o movimento.

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Leonid Kozhar, informou ontem que o presidente Víctor Yanukóvich não irá assinar o acordo com o bloco na cúpula europeia, em Vilnius, na Lituânia. De acordo com Kozhar, o acordo não será anulado, mas adiado.

Ontem, a União Europeia, por meio de comunicado dos presidentes da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, e do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, informou que se mantém disposta a fechar o acordo com a Ucrânia. De acordo com o bloco, a oferta de associação à UE persiste, mas é necessária a vontade política dos líderes ucranianos.

Na nota, Durão Barroso e Van Rompuy condenaram a atuação da Rússia em relação a uma possível adesão da Ucrânia ao bloco europeu e defenderam as recentes manifestações da população em prol da adesão ucraniana. Segundo eles, os cidadãos "compreendem e defendem o caráter histórico da associação europeia”.

* Com informações da Agência Lusa

Edição: Graça Adjuto - Agência Brasil

 

Conferência da ONU sobre mudanças climáticas termina com acordo pouco ambicioso

Acabou no sábado (23) a 19.ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 19), realizada em Varsóvia, Polônia. As negociações duraram duas semanas e o acordo entre os países participantes promete “todos os esforços para apresentar”, até março de 2015, “contribuições nacionais” para a redução das emissões de gases com efeito de estufa". Estas terão de ser consistentes com o objetivo de limitar o aumento da temperatura global até 2020.

Os países decidiram também intensificar a preparação interna das contribuições para o acordo de Paris, que deve ser fechado no primeiro trimestre de 2015 e entraria em vigor a partir de 2020.

Um dia antes do término do evento, ONGs e grupos ambientalistas decidiram se retirar da COP19 por não reconhecer ali nenhum avanço para o debate climático.

Segundo Christiana Figueres, Secretária Executiva da Convenção das Nações Unidas sobre Mudança Climáticas ( UNFCCC), "eventos climáticos extremos são cada vez mais comuns e os países pobres e vulneráveis ​​já estão pagando o preço." Para ela: "os governos e nações mais desenvolvidas devem voltar a fazer a lição de casa para que possam colocar seus planos em cima da mesa durante a Conferência de Paris ".

A conferência também decidiu estabelecer um mecanismo internacional para proteger populações mais vulneráveis contra perdas e danos causados ​​por eventos climáticos extremos como o tufão nas Filipinas.

O mecanismo obrigaria as nações mais ricas a a financiar países que já sofrem com os efeitos da mudança climática e deve funcionar a partir do ano que vem. Além das vítimas de desastres, o financiamento deve proteger as vítimas dos chamados eventos de início lento, como a elevação do nível do mar.

Com informações da Agência Lusa

Adital

 

Adolescentes criam produtos para geração de tecnologia limpa

Resíduos plásticos, cabelo, urina, algas e lâmpadas são alguns dos produtos (re)utilizados por adolescentes de diferentes países para gerar tecnologias limpas e sustentáveis. Uma reportagem publicada pelo site Hypeness mostra que, com ideias transformadoras, esses jovens criaram projetos que chamaram a atenção do mundo.

É o caso da egípcia Azza Abdel Hamid Faiad, de 16 anos, que descobriu uma maneira barata e viável de transformar resíduos de plásticos em biocombustíveis. Através de um catalisador, Azza Abdel consegue transformar toneladas de plástico que são consumidas por ano em seu país em cerca de 78 milhões de dólares de biocombustíveis. Além de solucionar o problema dos resíduos, a proposta da adolescente ainda pode transformar a economia do Egito. Com seu projeto, Azza Abdel Hamid Faiad já ganhou um prêmio no 23º Concurso Europeu para Jovens Cientistas.

A egípcia Azza Abdel Hamid Faiad, de 16 anos, descobriu uma maneira barata e viável de transformar resíduos de plásticos em biocombustíveis (Adital)

Outro projeto que chama a atenção é do malauiano William Kamkwamba, de 14 anos, que conseguiu construir um moinho de vento e levar energia elétrica, que é escassa no Malawi, para sua família. O projeto foi inspirado na imagem de um livro e de uma pilha de lixo de ferro velho, utilizando o vento para gerar energia.

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Folder de apresentação do XVI Greenmeeting

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