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Ban Ki-moon promete apoio internacional a vítimas de tufão nas Filipinas

Agência Lusa 

Tufão FilipinasO secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, encorajou hoje (21/12) os sobreviventes do tufão Haiyan, nas Filipinas, a “nunca perder a esperança”. Ele prometeu mobilizar ajuda da comunidade internacional para ajudar a superar os efeitos da catástrofe natural.

“Nunca percam a esperança, a ONU está ao vosso lado. O mundo está ao vosso lado”, declarou Ban Ki-moon, durante uma visita à cidade afetada pelo tufão Haiyan, Tacloban. O tufão abalou as ilhas centrais das Filipinas, no dia 8 de novembro.

Imagem captada do tufão (Nasa/Creative Commons)

Usando um boné de basebol, Ban Ki-moon percorreu rua coberta de escombros em Fátima, área costeira da cidade de 220 mil habitantes. Segundo o Governo filipino, o tufão fez 6.102 mortos e 1.779 desaparecidos, deixando 4,4 milhões de pessoas sem abrigo.

O Governo estima em US$ 8,17 bilhões os recursos necessários para a reconstrução em quatro anos. A ONU lançou no início do mês um apelo à comunidade internacional para reunir fundos de US$ 791 milhões de dólares, destinados a ajudar os sobreviventes durante 12 meses.

Em Manila para uma visita de três dias, Ban Ki-moon encontrou-se hoje com o presidente filipino Benigno Aquino, antes de seguir para Tacloban. Aquino agradeceu o apoio das Nações Unidas, indicou um porta-voz da Presidência.

Direitos autorais: Creative Commons - CC BY 3.0

 

 

Brasil e França firmam acordos nas áreas de educação e C&T

A presidenta do Brasil Dilma Rousseff e o presidente da França François HollandeBrasília - A presidenta Dilma Rousseff recebe hoje (12/12/2013) o presidente da França, François Hollande. Será às 11h, em cerimônia oficial de boas-vindas, no Palácio do Planalto.

Depois (11h20), os dois terão reunião de trabalho com ministros e assessores (12h10), seguida de solenidade de assinatura de acordos nas áreas de educação e ciência e tecnologia (12h45) e de declaração à imprensa (13h).

Na ocasião, será lançado o Foro Econômico Franco-Brasileiro, que reunirá empresários dos dois países, sob a coordenação dos governos, para discutir temas de interesse do setor privado e fomentar investimentos de lado a lado.

Às 13h30, no Palácio Itamaraty, Dilma oferece almoço em homenagem ao presidente francês.

Edição: Graça Adjuto - Agência Brasil

 

Líderes mundiais lamentam morte de Mandela

MandelaBrasília – Líderes mundiais divulgaram notas de pesar pela morte de Nelson Mandela, lembrando o exemplo, a influência e a importância do ex-presidente sul-africano.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ressaltou que se inspirou em Mandela. "Eu sou um dos incontáveis ​que se inspirou na vida de Nelson Mandela. Minha primeira ação política foi um protesto contra o apartheid. Estudei suas palavras e seus escritos. O dia em que ele foi libertado da prisão me deu a percepção do que os seres humanos podem fazer quando são guiados por suas esperanças, e não por seus medos", disse.

Cientista político destaca exemplo de resistência e amor de Nelson Mandela

"O governo e os brasileiros se inclinam diante da memória de Mandela", diz Dilma

O primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, disse que se “extinguiu uma grande luz”, referindo-se à morte do ex-presidente da África do Sul. Segundo o líder britânico, a bandeira em sua residência oficial será colocada a meio mastro.

“Uma grande luz extinguiu-se no mundo”, escreveu Cameron em sua conta no microblog Twitter. “Nelson Mandela foi um herói do nosso tempo. Ordenei que a bandeira no n.º 10 [de Downing Street, residência oficial] seja colocada a meia mastro”, acrescentou.

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas, Ban Ki-moon, elogiou o líder sul-africano como “um gigante pela justiça” que inspirou movimentos de libertação. “Muito no mundo inteiro foi influenciado pela sua luta altruísta pela dignidade, igualdade e liberdade humana. Ele tocou as nossas vidas de uma forma muito pessoal”, disse Ban Ki-moon aos jornalistas, em tributo a Mandela.

Já o presidente francês, François Hollande, afirmou que Mandela era “um resistente excepcional” e “um combatente magnífico”. Em comunicado, ressaltou que o líder foi “a encarnação da nação sul-africana, o cimento da sua unidade e o orgulho de toda a África”.

O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, destacou as mudanças promovidas por Mandela. “Mandela mudou o curso da história para a sua população, para o seu país, para o seu continente, para o mundo. Os meus pensamentos estão com a sua família e com a população da África do Sul”, disse o português, também pelo Twitter.

Segundo o presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, a memória do líder da luta contra a segregação racial deve ser reverenciada. Van Rompuy definiu Mandela como “uma das maiores figuras políticas do nosso tempo”. "Honremos a sua memória com o compromisso coletivo com a democracia”.

*Com informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa, e da Casa Branca

Paulo Victor Chagas* - Agência Brasil

Edição: Carolina Pimentel

 


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