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Presidente ucraniano diz que protestos em massa ameaçam país

Agência Lusa, 20/01/2014

Kiev – O presidente ucraniano, Viktor Ianukovitch, avisou hoje (20) que as manifestações em Kiev e os confrontos com as forças policiais são uma ameaça “para toda a Ucrânia”, antes de apelar ao diálogo entre governo e oposição.

“Compreendo a vossa participação nos protestos em massa […] mas quando as ações pacíficas degeneram em distúrbios em massa e são acompanhadas de violências e incêndios criminosos, isso ameaça não apenas os cidadãos de Kiev mas de toda a Ucrânia”, declarou, de acordo com um texto publicado na página da presidência na internet.

O procurador-geral ucraniano considerou que os tumultos constituem “um crime contra o Estado” e apelou aos manifestantes para terminarem os confrontos com as forças de segurança. A polícia de Kiev indicou que durante os incidentes foram detidas 31 pessoas.

Em Bruxelas, os ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia (UE) pediram ao governo ucraniano para anular a legislação que condiciona o direito de manifestação e consideraram que a violência dos últimos dias em Kiev foi motivada por um “pacote repressivo” de medidas.

Viktor Ianukovitch, presidente da Ucrânia (Igor Kruglenko/Wikimedia Commons)

“As leis aprovadas na semana passada pelo Parlamento restringem significativamente […] os direitos fundamentais de associação dos cidadãos ucranianos, das mídias e da imprensa”, diz a declaração, publicada após a reunião mensal dos chefes da diplomacia.

O governo de Kiev deve “assegurar a revogação dessas decisões e assegurar que a sua legislação está em conformidade com os compromissos europeus e internacionais da Ucrânia”, acrescenta o texto.

A responsável pela diplomacia da UE, Catherine Ashton, disse em conferência de imprensa que a Ucrânia foi acrescentada à agenda de debates “por estarmos todos preocupados com a [nova] legislação” e considerou “absolutamente vital” o diálogo entre as duas partes.

Ao ser questionada sobre a eventual aplicação de sanções dos Estados Unidos a Kiev, e a posição europeia, Ashton admitiu que Washington está discutindo medidas “para apoiar o povo da Ucrânia”, e assegurou que Bruxelas vai continuar a “pressionar o governo”.

Os ministros assinalaram que a oferta para a assinatura de um “acordo de associação” com a UE em novembro, recusado pelo presidente ucraniano Ianukovitch após pressões da Rússia e o que motivou os atuais protestos, se mantém “em aberto”.

Hoje, manifestantes da oposição radical envolveram-se em novos confrontos com a polícia, e após os violentos incidentes de ontem (19), que deixaram mais de 200 feridos, incluindo dezenas de policiais.

Direitos autorais: Creative Commons - CC BY 3.0

 

 

Venezuela quer retomar diálogo com os Estados Unidos

Caracas – O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse que seu governo está disponível para retomar o diálogo com os Estados Unidos em uma base de “respeito mútuo” e caminhar para uma relação positiva.

“Sobre o fundamento básico do respeito, é possível retomar os temas abordados” pelos responsáveis pelas pastas das Relações Exteriores, disse Maduro, lembrando o encontro, em junho passado, entre o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, e Elías Jaua, o chanceler venezuelano.

Apesar da disponibilidade, Maduro condiciona a retomada do diálogo ao fim de incidentes como a proibição do governo Barack Obama à passagem do avião presidencial venezuelano no espaço aéreo dos Estados Unidos, como ocorreu em setembro quando ele se deslocou à China. Nicolás Maduro, presidente da Venezuela (Elza Fiúza/ABr)

Para Nicolás Maduro, os Estados Unidos terão de entender que a Venezuela é um “país verdadeiramente independente”. Ele considerou algumas posições norte-americanas como “infantis”.

A Venezuela e os Estados Unidos mantêm as suas embaixadas com encarregados de negócios depois de terem ficado sem embaixadores, no fim de 2010.

Nos últimos meses, a Venezuela cancelou, em duas ocasiões, iniciativas para manter o diálogo com os Estados Unidos, em reação a comentários de funcionários norte-americanos que considerou ingerência.

Os dois países voltaram a ter problemas de relacionamento em setembro, quando Nicolás Maduro expulsou três funcionários da embaixada norte-americana em Caracas por suspeita de intervenção em assuntos internos.

*Com informações da Agência Lusa

Edição: Graça Adjuto - Agência Brasil

 

 

Justiça ordena prisão de dois deputados neonazistas na Grécia

Da Agência Lusa

Grécia pede mais tempo para implementar cortesAtenas – A Justiça grega ordenou a prisão preventiva de dois deputados do partido neonazista Aurora Dourada, Panayiotis Iliopulos e Yorgos Yermenis, acusados de associação criminosa. A ordem de prisão foi emitida na madrugada de hoje (13), depois de mais de 12 horas de interrogatórios dos dois parlamentares da extrema-direita da Grécia.

De acordo com a imprensa grega, Iliopulos e Yermenis passaram a noite na sede central da polícia na capital do país. Com a prisão preventiva dos deputados aumenta para 18 o número de parlamentares do partido Aurora Dourada presos por crimes violentos.

Ordem de prisão foi emitida depois de mais de 12 horas de interrogatórios dos dois parlamentares da extrema-direita da Grécia (Foto: Jess e Peter Gardner/ Creative Commons)

Desde dezembro, o partido neonazista deixou de receber fundos públicos por causa de uma lei aprovada por ampla maioria do parlamento. Ela proíbe o financiamento estatal a formações políticas implicadas em atos criminosos.

Mais de uma centena de simpatizantes do partido protestou na porta do tribunal onde ocorreu o interrogatório dos deputados de extrema-direita. Os militantes gritavam palavras de insultos contra o governo e os meios de comunicação.

Direitos autorais: Creative Commons - CC BY 3.0

 

 


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Folder de apresentação do XVI Greenmeeting

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