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Os protestos acirram os ânimos

na corrida presidencial nos

Estados Unidos

Com a aproximação das últimas primárias para a indicação dos candidatos que vão concorrer às eleições presidenciais dos Estados Unidos, os ânimos entre os manifestantes que comparecem aos comícios partidários estão cada vez mais exaltados. Ontem (2), em San Jose, na California, houve protestos violentos contra Donald Trump, candidato que já conseguiu o número mínimo de delegados para ser indicado candidato na convenção do Partido Republicano, em julho próximo.

As manifestações começaram de forma pacífica do lado externo do Centro de Convenções da cidade, onde Trump fazia um discurso. Porém, quando o discurso terminou, houve choques, com socos e pontapés, entre manifestantes favoráveis e contrários a Trump. A calma só foi restabelecida na madrugada de hoje (3), depois que a polícia – com muito esforço – conseguiu dispersar a multidão.

Entre os que protestavam contra Trump, a maioria era formada por latinos, descontentes com os pronunciamentos do candidato republicano em favor da aprovação de leis mais duras contra os imigrantes e muçulmanos. Trump sugeriu, inclusive, que seja construído um muro na fronteira com o México para evitar a chegada de mais imigrantes aos Estados Unidos.

Os protestos contra Trump vêm ocorrendo em várias cidades norte-americanas, mas as manifestações cresceram nas últimas semanas em estados com grande número de imigrantes latinos, como o Novo México e a Califórnia.

Se o clima entre os manifestantes contrários a Trump é de insatisfação diante das políticas que podem ser implementadas nos Estados Unidos, caso o candidato republicano seja eleito em novembro deste ano, crescem os ataques também entre os candidatos.

Em comício em San Diego, na California, a candidata Hillary Clinton, que está à frente das pesquisas para ser indicada representante do Partido Democrata, criticou Donald Trump por seu “temperamento inapto” para ser presidente.

José Romildo - Correspondente da Agência Brasil - Edição: Graça Adjuto

 

O Secretário Geral da ONU, Ban

ki-moon diz que o acordo sobre

mudanças climáticas vai ajudar a

erradicar a pobreza e a fome

Ao abrir nesta sexta-feira (22/04) a sessão de assinatura do Acordo de Paris, em Nova York, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu aos países-membros que acelerem a adoção das novas regras sobre mudanças climáticas a fim de evitar que o mundo entre em um processo perigoso de aquecimento.

O evento foi marcado para celebrar o Dia Internacional da Mãe Terra. Em sua mensagem, Ban Ki-moon disse que o Acordo de Paris, em conjunto com Agenda para o Desenvolvimento Sustentável para 2030, tem o poder de transformar o mundo.

O Acordo de Paris foi adotado por todos os 196 países que integram a Convenção das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), durante a Conferência de Mudança Climática da ONU, em Paris, em 12 de dezembro de 2015. No acordo, todos os países concordaram em trabalhar não só para limitar o aumento da temperatura global abaixo 2 graus Celsius, como também assumiram o compromisso de tentar reduzir a meta para 1,5 graus Celsius.

De acordo com as estimativas da ONU, pelo menos 171 países vão assinar o acordo, o que significa um recorde de adesão sobre um tema. O recorde anterior foi estabelecido em 1982, quando 119 países assinaram a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar.

"Nunca devemos nos esquecer que a ação climática não é um fardo; na verdade, ela oferece muitos benefícios ", disse o secretário-geral. Ele acrescentou que o acordo “pode ajudar [o mundo] a erradicar a pobreza, criar empregos verdes, derrotar a fome, evitar a instabilidade e melhorar a vida de meninas e mulheres".

Ao justificar por que considera importante que cada país aprove com rapidez, em nível doméstico, as novas regras, Ban Ki-moon observou que o mundo registra "recordes de temperaturas globais, de carbono na atmosfera. Estamos em uma corrida contra o tempo".

 

Líderes mundiais se reúnem em

Washington para uma Cúpula de

segurança nuclear

Os líderes mundiais, reunidos em Washington para uma cúpula sobre segurança nuclear, concentram nesta sexta-feira 01/04 sua atenção no grupo Estado Islâmico (EI), após discutir na quinta-feira sobre a Coreia do Norte. Após os ataques em Bruxelas e Paris, a Casa Branca está preocupada com a incapacidade dos europeus em combater os riscos de atentados em suas principais cidades.

Entre os participantes é crescente o temor de que grupos radicais possam obter material nuclear para uma "bomba suja", capaz de espalhar partículas radioativas no meio ambiente. As preocupações sobre tais ataques aumentaram depois que foi revelado que dois dos envolvidos nos ataques de Bruxelas haviam obtido vídeos de vigilância mostrando todos os passos de um agente belga do setor nuclear.

Barack Obama durante cúpula nuclear em Washington com Jonh Kerry, David Cameron, François Hollande e Xi Jinping (Foto: Kevin Lamarque/Reuters).

Mas as discussões dos líderes mundiais não se limitam ao risco nuclear. Na quinta-feira, o presidente Barack Obama ressaltou a necessidade de aumentar a cooperação entre os Estados Unidos e a Europa para "identificar potenciais ataques e cortar o financiamento" aos grupos extremistas.

De um modo geral, os países que lutam contra o EI "fizeram progressos em acelerar os ataques aéreos e aumentar a pressão" contra os extremistas no Iraque e na Síria, considerou Ben Rhodes, conselheiro de segurança da Casa Branca. Mas acreditamos que é extremamente importante que trabalhemos para frustrar projetos de ataques" fora do Iraque e da Síria, "dado os esforços do Estado Islâmico para alcançar a Europa e outras partes do mundo", afirmou.

Para Rhodes é vital "garantir que isso aconteça o mais rápido possível" e "melhorar a vigilância dos combatentes que deixam o Iraque e a Síria ir não só para a Europa, mas para outros países". Líderes de trinta países se reúnem desde quinta-feira na capital dos Estados Unidos para a cúpula, com a presença dos presidentes latino-americanos do México, Argentina e Chile, e o ministro das Relações Exteriores do Brasil.A troca de informações de inteligência estará no centro das discussões, disse.

 


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Folder de apresentação do XVII Greenmeeting

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