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Uma magnifica festa no maracanã 

marcou a abertura dos jogos 

Olímpicos da Rio2016

A cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos da Rio 2016 iniciou exaltando uma das principais características do Rio de Janeiro e surpreenderam a todos pela sua magnitude e objetividade de enredo, mostrando a cidade maravilhosa e as diversidades culturais do Brasil.

O presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach e o  presidente do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman, falaram e enalteceram a grandeza do esforço brasileiro na realização Rio 2016.

O cantor Paulinho da Viola emocionou o público com uma interpretação do Hino Nacional em um palco inspirado nas formas do arquiteto Oscar Niemeyer. A festa seguiu com uma homenagem ao "espírito da gambiarra", definido pelos organizadores como "o talento para fazer algo grande a partir de quase nada". Nessa parte da abertura, a arte geométrica brasileira foi homenageada, como referências a Athos Bulcão, geometria indígena, estampas africanas e azulejos portugueses. As duas mensagens mais importantes da cerimônia, a paz e a sustentabilidade, vieram logo em seguida, com a transformação do símbolo da paz em uma árvore.

Logo depois, a cerimônia voltou no tempo, ao nascimento das imensas florestas que cobriam o Brasil na chegada dos portugueses. Do começo da vida, a homenagem avança até a formação dos povos indígenas, cuja entrada foi representada por 72 dançarinos das duas grandes agremiações do Festival de Parintins, os Bois Caprichoso e Garantido.

A chegada dos europeus em caravelas, o desembarque forçado dos africanos escravizados e a migração de árabes e orientais ao país foi representada após, com pessoas que descendem de cada um desses grupos.

A importância dos negros na cultura brasileira ganhou destaque com as rappers Karol Conka e McSofia, de apenas 12 anos. Manifestações culturais como o maracatu, os bate-bolas e o bumba-meu-boi também dividiram o espaço no palco do Maracanã e o treme-treme, do Pará, foi representado pela Gang do Eletro.

 

Coi decide não banir Rússia da Rio 2016;

federações decidirão sobre atletas

O Comitê Olímpico Internacional (COI) decidiu hoje (24) não banir a participação da Rússia nos Jogos Olímpicos Rio 2016 e que caberá às federações internacionais de cada esporte a decisão sobre a suspensão ou não de atletas russos. O esporte do país enfrenta um escândalo dedoping gereneralizado.

A decisão, segundo o COI, foi guiada pela “regra fundamental de proteger os atletas limpos e a integridade do esporte”, segundo comunicado divulgado pela entidade. A decisão foi tomada praticamente por unanimidade, com apenas uma abstenção.

Comitê Olímpico Internacional decidiu não banir a Rússia dos Jogos Olímpicos Rio 2016. Federações internacionais terão que decidir sobre participação de atletas do país Hannibal Hanschke/EPA/Lusa/Direitos Reservados.

O presidente da comitê, Thomas Bach, disse esperar que as federações das modalidades já tenham uma opinião sobre a participação dos esportistas russos na Olimpíada, que começa daqui a 12 dias.

“Esta [decisão da COI] é também uma mensagem que incute esperança aos atletas 'limpos', de que eles têm a oportunidade de provar que são inocentes e podem participar dos Jogos Olímpicos", destacou o presidente da organização.

A decisão não desfaz o banimento da equipe russa de atletismo, que teve casos de dopingconfirmados. A única atleta da modalidade autorizada a competir na Rio 2016, como participante neutra, será Darya Klishina, que treina fora do país e ajudou a revelar o esquema de doping.

Após as decisões das federações internacionais, os esportistas russos admitidos na Rio 2016 deverão passar por testes adicionais. Segundo Thomas Bach, os funcionários do Ministério dos Esportes russo não vão receber credenciais para os Jogos Olímpicos.

Na última segunda-feira (18), o chefe da comissão independente da Agência Internacional Antidoping (WADA), Richard McLaren, anunciou os resultados da sua investigação referente à violação das normas antidoping durante os Jogos Olímpicos de Inverno de 2014 em Sochi. O relatório da WADA recomendou ao COI a desqualificação da Rússia dos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro.

Da Agência Brasil

*Com informações da Agência Sputnik Brasil 

Edição: Luana Lourenço

 

Turquia amplia a repressão contra

autores da tentativa de golpe

O presidente turco, Tayyip Erdogan, prometeu hoje (17) “limpar” os postos e cargos do governo ocupados por dissidentes, comandantes militares e soldados identificados com a tentativa de golpe de Estado, ocorrida sexta-feira (14). O governo confirmou que, até o momento, mais de 6 mil pessoas foram presas.

Entre os presos está o general Bekir Ercan Van, comandante de uma base aérea turca usada por forças norte-americanas para lançar ataques sobre terroristas no Iraque e na Síria. Também foi preso o general Ozhan Ozbakir, comandante de uma guarnição no sudoeste da Turquia.

Segundo o presidente Erdogan, o objetivo da limpeza é retirar de suas funções todos os servidores civis e militares que apoiam o clérigo Fethullah Gulen, residente nos Estados Unidos, acusado pelo governo turco de ter orquestrado a tentativa de golpe. O presidente turco disse que o “grupo Gullen” é o responsável pela o que ele chamou de “ruína” das forças armadas.

Erdogan também disse que a Turquia vai solicitar ao governo norte-americano a extradição do clérigo, que vive no estado americano da Pensilvânia.

As relações turco-americanas passam por momento de estremecimento depois das acusações do presidente Erdogan de que o clérigo estaria por trás do golpe de estado. Por causa disso, o Departamento de Estado dos Estados Unidos divulgou um comunicado negando qualquer ligação do governo norte-americano com os eventos.

"Insinuações públicas ou reclamações sobre qualquer papel dos Estados Unidos na fracassada tentativa de golpe são totalmente falsas e prejudiciais para as nossas relações bilaterais", disse o Departamento de Estado, na mensagem.

Segundo o secretário de Estado, John Kerry, a Turquia deve produzir provas da culpabilidade de Gülen. E acrescentou: “Gostaríamos de convidar o governo da Turquia, como sempre fazemos, para nos apresentar qualquer evidência legítima” que permita iniciar uma investigação a respeito.

Edição: Aécio Amado   - José Romildo – Correspondente da Agência Brasil

 


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