Paliber

  • Aumentar tamanho da fonte
  • Tamanho da fonte padrão
  • Diminuir tamanho da fonte
Home
Notícias!

Líderes mundiais se reúnem em

Washington para uma Cúpula de

segurança nuclear

Os líderes mundiais, reunidos em Washington para uma cúpula sobre segurança nuclear, concentram nesta sexta-feira 01/04 sua atenção no grupo Estado Islâmico (EI), após discutir na quinta-feira sobre a Coreia do Norte. Após os ataques em Bruxelas e Paris, a Casa Branca está preocupada com a incapacidade dos europeus em combater os riscos de atentados em suas principais cidades.

Entre os participantes é crescente o temor de que grupos radicais possam obter material nuclear para uma "bomba suja", capaz de espalhar partículas radioativas no meio ambiente. As preocupações sobre tais ataques aumentaram depois que foi revelado que dois dos envolvidos nos ataques de Bruxelas haviam obtido vídeos de vigilância mostrando todos os passos de um agente belga do setor nuclear.

Barack Obama durante cúpula nuclear em Washington com Jonh Kerry, David Cameron, François Hollande e Xi Jinping (Foto: Kevin Lamarque/Reuters).

Mas as discussões dos líderes mundiais não se limitam ao risco nuclear. Na quinta-feira, o presidente Barack Obama ressaltou a necessidade de aumentar a cooperação entre os Estados Unidos e a Europa para "identificar potenciais ataques e cortar o financiamento" aos grupos extremistas.

De um modo geral, os países que lutam contra o EI "fizeram progressos em acelerar os ataques aéreos e aumentar a pressão" contra os extremistas no Iraque e na Síria, considerou Ben Rhodes, conselheiro de segurança da Casa Branca. Mas acreditamos que é extremamente importante que trabalhemos para frustrar projetos de ataques" fora do Iraque e da Síria, "dado os esforços do Estado Islâmico para alcançar a Europa e outras partes do mundo", afirmou.

Para Rhodes é vital "garantir que isso aconteça o mais rápido possível" e "melhorar a vigilância dos combatentes que deixam o Iraque e a Síria ir não só para a Europa, mas para outros países". Líderes de trinta países se reúnem desde quinta-feira na capital dos Estados Unidos para a cúpula, com a presença dos presidentes latino-americanos do México, Argentina e Chile, e o ministro das Relações Exteriores do Brasil.A troca de informações de inteligência estará no centro das discussões, disse.

 

Em discurso histórico, Obama pede

mudanças em Cuba e diz que

guerra fria acabou

Em pronunciamento no Teatro Grande Havana, transmitido ao vivo para toda população cubana, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama disse hoje (22) que o momento vivido nas relações entre os governos norte-americano e cubano exige que sejam enterrados “os últimos remanescentes da Guerra Fria nas Américas".

"Estou aqui para estender a mão da amizade ao povo cubano", disse Obama.O pronunciamento de Obama faz parte da agenda do último dia de permanência do presidente norte-americano em Cuba. Obama foi muito aplaudido quando mencionou a questão do embargo comercial e financeiro que afeta Cuba há mais de 50 anos. Segundo ele, o embargo é um "fardo ultrapassado para o povo cubano."

"Havana fica a apenas 90 milhas [cerca de 145 quilômetros] da Flórida, mas para chegar até aqui tivemos de percorrer uma grande distância", informou Obama ao se referir à série de preparativos que precederam a visita presidencial a Cuba.

O presidente dos Estados Unidos afirmou que há problemas que precisam ser resolvidos antes que ele possa convencer o Congresso norte-americano a levantar o embargo. "As diferenças entre nossos governos ao longo desses muitos anos são reais", acrescentou Obama em referência às questões dos direitos humanos e de eleições livres.

De acordo com Obama, os direitos humanos são universais e não políticos. "A América acredita na democracia. Acreditamos que as liberdades de expressão, de reunião e de religião não são apenas os valores americanos, mas valores universais", destacou.

O presidente norte-americano afirmou, porém, que os cubanos serão capazes de tomar suas próprias decisões em eleições livres e justas. Nessas eleições, segundo Obama, os cubanos poderão expressar seus pensamentos “sem medo”.

Edição: Armando Cardoso - Agencia Brasil

 


Amazônia peruana entra em

estado de alerta por

vazamentos de petróleo

O governo do Peru declarou nesse domingo (28/02) estado de emergência em 16 comunidades da Floresta Amazônica devido a vazamentos de petróleo na região de Loreto, no Nordeste do país.

A medida, anunciada no Diário Oficial peruano e que envolve ajuda humanitária às comunidades e assistência nas operações de limpeza, vai vigorar por 60 dias. A decisão é tomada mais de um mês depois de ter sido registrado um derramamento de petróleo no distrito de Imaza, com população de 23 mil residentes.

Um segundo vazamento foi registrado no dia 3 deste mês no distrito de Morona, que tem 9 mil habitantes. Nos dois distritos, os moradores são predominantemente indígenas.

Os vazamentos ocorreram em partes de um oleoduto construído nos anos 1970 e gerido pela companhia estatal Petro Peru, que distribui petróleo a partir da floresta, pelas montanhas dos Andes, até as refinarias, por meio de longa rota na costa norte peruana.

Segundo especialistas ambientais, os derramentos devem-se à deterioração da infraestrutura. A Petro Peru foi multada em US$ 3,6 milhões pela falta de manutenção do equipamento.

No início deste mês, o governo considerou situação de emergência na área de saúde na região, pelo fato de o petróleo ter poluído os rios que fornecem água potável aos distritos afetados.

Um grupo defensor dos direitos dos indígenas informou que desde 2010 ocorreram 11 vazamentos de petróleo na região amazônica do Peru.

Da Agência LUSA

 


Página 4 de 15

Folder de apresentação do XVI Greenmeeting

Revista Sustentabilidade É O FOCO

Apoiadores