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Segurança e comércio dominam reunião 

entre Trump e Merkel

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, cobrou hoje (17) da chanceler da Alemanha, Angela Merkel, o cumprimento do compromisso de contribuir com ao menos 2% do Produto Interno Bruto (PIB) alemão para a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). O assunto foi discutido durante encontro que os dois líderes tiveram hoje à tarde (17) em Washington.

Em resposta ao questionamento americano, um dos pontos centrais da conversa, Merkel disse que a Alemanha vai atingir os 2% de contribuição para a Otan, conforme havia sido acordado durante a presidência de Barack Obama, mas ressaltou que a Alemanha tem até 2024 para cumprir o compromisso.

O Presidente Donald Trump aperta a mão da chanceler alemã, Angela Merkel

O encontro entre Trump e Merkel, líderes de duas das maiores economias do mundo, era muito esperado, sobretudo para entender o futuro das relações entre a maior potência do mundo e a maior economia da Europa em temas como segurança e comércio.

Durante a sua campanha, Trump havia acusado Merkel de “destruir a Alemanha” com sua política de receber refugiados, mesmo o país sendo um aliado tradicional dos Estados Unidos. Ele também havia dito que os países europeus deveriam aumentar suas contribuições para a Otan e que os Estados Unidos não iriam mais bancar a segurança dos aliados.

Com relação a comércio, Trump disse à chanceler alemã que os americanos foram tratados de maneira injusta pelos outros países: “eu sou a favor do livre comércio, mas também do comércio justo”, afirmou o presidente. Já Merkel disse que espera que os EUA retomem as negociações para um acordo comercial com a União Europeia.

Quando perguntado pela imprensa sobre as acusações que fez contra o ex-presidente Barack Obama, de que teria grampeado seu telefone, Trump disse que ao menos nisso ele e Angela Merkel tinham “algo em comum, talvez”. Foi uma referência à revelação, em 2015, de que Merkel vinha sendo espionada pelo governo americano há anos.

Edição: Augusto Queiroz

 

Trump convida Abbas a visitar Washington

para conversar sobre processo de paz

Da Deutsche Presse-Agentur - DPA

O presidente americano Donald Trump comunicou-se hoje (10) com o presidente palestino, Mahmud Abbas, e o convidou a visitar Washington em um futuro próximo, informou a WAFA, agência de notícias oficial palestina. 

"O presidente Trump fez um convite oficial ao presidente Abbas para visitar em breve a Casa Branca e discutir maneiras de apressar o processo de paz", disse à agência o porta-voz de Abbas, Nabil Abu Rudeineh. “Trump afirmou seu compromisso com um processo que conduza à uma paz verdadeira entre palestinos e israelenses", disse ele.

Abbas, por sua vez, disse a Trump que seu objetivo é trabalhar para estabelecer "um Estado palestino ao lado do Estado de Israel", acrescentou a fonte.

As informações foram divulgadas pela agência de notícias alemã DPA - Deutsche Presse-Agentur.

"Já Abbas abordou de forma explícita a solução de dois Estados (israelita e palestiniano), ideia sobre a qual Donald Trump pareceu distanciar-se durante um encontro com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em meados de fevereiro, rompendo assim com décadas de diplomacia internacional".

 

Senado dos EUA aprova nome polêmico

para a agência de Meio Ambiente

O Senado norte-americano aprovou nesta sexta-feira (17) o nome de Scott Pruitt, indicado por Donald Trump para a Agência de Proteção do Meio Ambiente (Environmental Protection Agency – EPA, na sigla em inglês). Pruitt é considerado um nome polêmico, por já ter processado a agência que vai liderar diversas vezes, enquanto exercia o cargo de procurador-geral do estado de Oklahoma para defender a indústria do petróleo e do gás. Ele também já expressou dúvidas sobre o caráter científico das pesquisas sobre mudanças climáticas.

Os democratas, assim como grupos de ambientalistas, se opuseram à nomeação. Já os republicanos dizem que a agência está acabando com os empregos nos Estados Unidos na área do carvão e do petróleo, ao limitar emissões de gases de efeito estufa. Quase todos os senadores republicanos votaram a favor da nomeação. Outros, que ficaram contra a nomeação, demonstraram preocupação por causa da sua ligação com a indústria energética.

O Senado norte-americano aprovou Scott Pruitt para a Agência de Proteção do Meio Ambiente ZACH GIBSON / AFP

A confirmação ocorreu em um momento em que outras notícias sobre as políticas de Trump para o meio ambiente têm ocupado os noticiários. Ontem, o presidente assinou uma resolução que anula um decreto do ex-presidente Barack Obama que colocava restrições à indústria do carvão.

Além disso, Trump já autorizou a construção de um oleoduto que passa por terras indígenas e ameaçou retirar os EUA do Acordo de Paris, que trata de mudanças climáticas. O novo governo também deve anunciar em breve decretos que vão diminuir a regulamentação no campo da mineração.

Edição: Augusto Queiroz - De Washington,  Paola De Orte 

 


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Folder de apresentação do XVII Greenmeeting

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