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Turquia amplia a repressão contra

autores da tentativa de golpe

O presidente turco, Tayyip Erdogan, prometeu hoje (17) “limpar” os postos e cargos do governo ocupados por dissidentes, comandantes militares e soldados identificados com a tentativa de golpe de Estado, ocorrida sexta-feira (14). O governo confirmou que, até o momento, mais de 6 mil pessoas foram presas.

Entre os presos está o general Bekir Ercan Van, comandante de uma base aérea turca usada por forças norte-americanas para lançar ataques sobre terroristas no Iraque e na Síria. Também foi preso o general Ozhan Ozbakir, comandante de uma guarnição no sudoeste da Turquia.

Segundo o presidente Erdogan, o objetivo da limpeza é retirar de suas funções todos os servidores civis e militares que apoiam o clérigo Fethullah Gulen, residente nos Estados Unidos, acusado pelo governo turco de ter orquestrado a tentativa de golpe. O presidente turco disse que o “grupo Gullen” é o responsável pela o que ele chamou de “ruína” das forças armadas.

Erdogan também disse que a Turquia vai solicitar ao governo norte-americano a extradição do clérigo, que vive no estado americano da Pensilvânia.

As relações turco-americanas passam por momento de estremecimento depois das acusações do presidente Erdogan de que o clérigo estaria por trás do golpe de estado. Por causa disso, o Departamento de Estado dos Estados Unidos divulgou um comunicado negando qualquer ligação do governo norte-americano com os eventos.

"Insinuações públicas ou reclamações sobre qualquer papel dos Estados Unidos na fracassada tentativa de golpe são totalmente falsas e prejudiciais para as nossas relações bilaterais", disse o Departamento de Estado, na mensagem.

Segundo o secretário de Estado, John Kerry, a Turquia deve produzir provas da culpabilidade de Gülen. E acrescentou: “Gostaríamos de convidar o governo da Turquia, como sempre fazemos, para nos apresentar qualquer evidência legítima” que permita iniciar uma investigação a respeito.

Edição: Aécio Amado   - José Romildo – Correspondente da Agência Brasil

 

Obama diz que todos os envolvidos

no tiroteio em Dallas serão punidos

José Romildo - Correspondente da Agência Brasil

Na Polônia, Barack Obama lamenta o tiroteio em Dallas que deixou cinco policiais mortosO presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou hoje (8) que o tiroteio em Dallas foi planejado e que todos os envolvidos serão punidos. Cinco policiais de Dallas foram mortos durante um protesto na cidade, após dois homens negros terem sido mortos pela polícia em Louisiana e Minnesota.

Obama condenou o “ataque cruel, desprezível e calculista” em Dallas. “Todos envolvidos nesses ataques insensatos serão plenamente responsabilizados, a justiça será feita”, declarou o presidente norte-americano, em entrevista coletiva, em Varsóvia, Polônia.

Na Polônia, Barack Obama condena tiroteio em Dallas, que deixou cinco policiais mortosJakub Kaminski/Agência LusaNa

Os números da tragédia foram atualizados na manhã desta sexta-feira pela polícia de Dallas: 11 policiais foram baleados em emboscada montada pelos atiradores. Desse total, cinco policiais morreram. Um dos suspeitos foi cercado na madrugada por várias horas pela polícia. O cerco terminou às 3h30, com a morte do suspeito, informou o prefeito de Dallas Mike Rawlings.

O assassinato dos policiais ocorreu no momento em que manifestantes faziam um protesto pacífico no centro de Dallas contra a ação violenta de policiais brancos norte-americanos que, durante esta semana, mataram dois homens negros. Uma das ações ocorreu na terça-feira (5), em Louisiana, com a morte de Alton Sterling. A outra ação policial ocorreu na quarta-feira (6), em Minnesota, que resultou na morte de Philando Castela.

A polícia acredita que o tiroteio em Dallas contra os policiais foi executado por quatro indivíduos que atuaram em conjunto. A polícia de Dallas promove uma extensa operação no centro da cidade, após o suspeito do tiroteio, no início do dia, ter dito que havia bombas plantadas na área.

"Deixe-me apenas dizer que, mesmo que eu tenha recomendado que devemos nos preocupar com a discriminação racial no nosso sistema de Justiça criminal, eu também digo que a nossa polícia tem um trabalho extremamente difícil", destacou Obama.

O presidente norte-amerciano aproveitou para reafirmar a necessidade de o Congresso dos Estados Unidos aprovar o controle de armas. "Sabemos que, quando as pessoas têm armas poderosas, infelizmente fazem ataques como esses, mortais e trágicos".

*Com informações da Sputnik Brasil 

Edição: Graça Adjuto


 

Os protestos acirram os ânimos

na corrida presidencial nos

Estados Unidos

Com a aproximação das últimas primárias para a indicação dos candidatos que vão concorrer às eleições presidenciais dos Estados Unidos, os ânimos entre os manifestantes que comparecem aos comícios partidários estão cada vez mais exaltados. Ontem (2), em San Jose, na California, houve protestos violentos contra Donald Trump, candidato que já conseguiu o número mínimo de delegados para ser indicado candidato na convenção do Partido Republicano, em julho próximo.

As manifestações começaram de forma pacífica do lado externo do Centro de Convenções da cidade, onde Trump fazia um discurso. Porém, quando o discurso terminou, houve choques, com socos e pontapés, entre manifestantes favoráveis e contrários a Trump. A calma só foi restabelecida na madrugada de hoje (3), depois que a polícia – com muito esforço – conseguiu dispersar a multidão.

Entre os que protestavam contra Trump, a maioria era formada por latinos, descontentes com os pronunciamentos do candidato republicano em favor da aprovação de leis mais duras contra os imigrantes e muçulmanos. Trump sugeriu, inclusive, que seja construído um muro na fronteira com o México para evitar a chegada de mais imigrantes aos Estados Unidos.

Os protestos contra Trump vêm ocorrendo em várias cidades norte-americanas, mas as manifestações cresceram nas últimas semanas em estados com grande número de imigrantes latinos, como o Novo México e a Califórnia.

Se o clima entre os manifestantes contrários a Trump é de insatisfação diante das políticas que podem ser implementadas nos Estados Unidos, caso o candidato republicano seja eleito em novembro deste ano, crescem os ataques também entre os candidatos.

Em comício em San Diego, na California, a candidata Hillary Clinton, que está à frente das pesquisas para ser indicada representante do Partido Democrata, criticou Donald Trump por seu “temperamento inapto” para ser presidente.

José Romildo - Correspondente da Agência Brasil - Edição: Graça Adjuto

 


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Folder de apresentação do XVI Greenmeeting

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