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Senado dos EUA aprova nome polêmico

para a agência de Meio Ambiente

O Senado norte-americano aprovou nesta sexta-feira (17) o nome de Scott Pruitt, indicado por Donald Trump para a Agência de Proteção do Meio Ambiente (Environmental Protection Agency – EPA, na sigla em inglês). Pruitt é considerado um nome polêmico, por já ter processado a agência que vai liderar diversas vezes, enquanto exercia o cargo de procurador-geral do estado de Oklahoma para defender a indústria do petróleo e do gás. Ele também já expressou dúvidas sobre o caráter científico das pesquisas sobre mudanças climáticas.

Os democratas, assim como grupos de ambientalistas, se opuseram à nomeação. Já os republicanos dizem que a agência está acabando com os empregos nos Estados Unidos na área do carvão e do petróleo, ao limitar emissões de gases de efeito estufa. Quase todos os senadores republicanos votaram a favor da nomeação. Outros, que ficaram contra a nomeação, demonstraram preocupação por causa da sua ligação com a indústria energética.

O Senado norte-americano aprovou Scott Pruitt para a Agência de Proteção do Meio Ambiente ZACH GIBSON / AFP

A confirmação ocorreu em um momento em que outras notícias sobre as políticas de Trump para o meio ambiente têm ocupado os noticiários. Ontem, o presidente assinou uma resolução que anula um decreto do ex-presidente Barack Obama que colocava restrições à indústria do carvão.

Além disso, Trump já autorizou a construção de um oleoduto que passa por terras indígenas e ameaçou retirar os EUA do Acordo de Paris, que trata de mudanças climáticas. O novo governo também deve anunciar em breve decretos que vão diminuir a regulamentação no campo da mineração.

Edição: Augusto Queiroz - De Washington,  Paola De Orte 

 

Trump demite secretária de Justiça

interina dos Estados Unidos

O presidente dos Estados Unidos Donald Trump demitiu na noite dessa segunda-feira (30) a secretária de Justiça interina dos Estados Unidos, Sally Yater.  Ela foi afastada poucas horas depois de ter se pronunciado e orientado o Departamento de Justiça a não atuar em defesa das ordens executivas sobre imigrantes e refugiados, emitidas por Donald Trump.

Em um comunicado, a Casa Branca informou a demissão de Sally Yater, que ocupava o cargo interinamente e havia sido escolhida ainda na gestão de Barack Obama. A demissão segundo o governo foi pela “recusa em cumprir uma ordem designada para proteger aos cidadãos do país”.

A nova designada interina, segundo o comunicado, será Dana Boente. A Secretaria de Justiça está a cargo de um secretário interino enquanto espera a confirmação pelo Senado do nome de Jeff Sessions, escolhido por Donald Trump.

A orientação de Sally havia sido divulgada nessa segunda-feira. Em uma carta, ela orientou os advogados do Departamento de Justiça a não participarem da defesa legal das ordens executivas  emitidas por Trump sobre imigrantes e refugiados.

“Até agora não estou convencida de que a defesa [das ordens executivas] seja nossa responsabilidade e também não estou convencida sobre a legalidade dos decretos”, escreveu.

Já existem processos na Justiça nas instâncias dos Estados que desafiaram o decreto de Donald Trump, entre eles Virginia, Nova York, Massachusetts, Califórnia e Washington e há decisões já julgadas em primeira instância que bloqueiam a validade dos decretos emitidos pela Casa Branca.

No Twitter Donald Trump se queixou dos democratas no Congresso, ainda que eles sejam minoria. “Os democratas estão atrasando a posse das minhas escolhas para o gabinete, por razões puramente políticas”, escreveu.

Edição: Fábio Massalli - Leandra Felipe - Correspondente da Agência Brasil

 

Estados Unidos e China formalizam

acordo climático de Paris

Os Estados Unidos e a China entregaram ao secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, os instrumentos legais para a ratificação do Acordo de Paris sobre mudanças climáticas. Os presidentes norte-americano, Barack Obama, e chinês, Xi Jinping, se encontraram neste sábado (3) na China, onde participarão da reunião do G20, para formalizar a ratificação do acordo.

Juntos, os dois países são responsáveis por cerca de 40% das emissões globais de gases de efeito estufa. Após a entrega, Barack Obama disse que Estados Unidos e China, como grandes economias e os maiores emissores, devem liderar pelo exemplo e repassar a confiança de que o mundo está caminhando em direção a um futuro com economia de baixo carbono.

"Assim como eu acho que o Acordo de Paris acabará por revelar-se um ponto de inversão para o nosso planeta, eu acredito também que a história vai julgar os esforços de hoje como fundamentais", disse Ban Ki-moon, ponderando que o acordo não vai salvar sozinho a crise climática do mundo.

O secretário-geral da ONU elogiou a postura dos dois líderes e disse que o fato de hoje representa um "poderoso impulso" para as demais adesões. Agora, 26 países já ratificaram o acordo, e restam outras 29 nações para que ele seja, de fato, ratificado.

"Estou esperançoso e otimista de que conseguiremos fazê-lo antes do fim do ano. Peço que todos os líderes, particularmente os países do G20, acelerem seus processos domésticos de ratificação para que possamos transformar as aspirações de Paris na ação climática transformativa da qual o mundo precisa tão urgentemente", disse Ban Ki-moon.

Edição: Kleber Mota Vaz Sampaio* Com informações da Casa Branca e da ONU no Brasil

 


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Folder de apresentação do XVI Greenmeeting

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