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Cúpula da UE se reúne para aprovar

diretrizes nas negociações do Brexit

29/04/2017  Bruxelas - Da Agência EFE

altA União Europeia (UE) começou neste sábado (29) reunião extraordinária sobre a ativação do Artigo 50 do Tratado de Lisboa para a saída do Reino Unido do bloco. Na reunião, os líderes dos 27 países restantes planejam aprovar as bases para as negociações do Brexit. A informação é da Agência EFE.

Os pontos principais do encontro são os direitos dos cidadãos, tanto dos europeus que vivem no Reino Unido quanto dos britânicos que vivem nos outros 27 países do bloco, bem como o acordo financeiro da saída do Reino Unido e a fronteira com a Irlanda do Norte.

O presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, destacou, ao chegar para a cúpula, a unidade dos 27 países diante das negociações. Além disso, anunciou que a Comissão Europeia preparou "uma lista precisa e detalhada dos direitos dos cidadãos" que os 27 querem proteger na negociação.

O chefe negociador da Comissão Europeia, Michel Barnier, reiterou, por sua vez, que tanto ele quanto sua equipe estão preparados para as negociações, cujo mandato será apresentado formalmente pelo Executivo comunitário em 3 de maio, lembrou o presidente da Comissão, Jean-Claude Juncker.

O presidente do Parlamento Europeu, Antonio Tajani, fez questão de destacar a linha vermelha nas negociações, que representam os 3 milhões de cidadãos europeus que vivem no Reino Unido.

Mais duro foi o presidente da França, Francois Hollande. Ele disse que o Brexit terá um preço para o Reino Unido, que passará a ter condição pior do que agora, e assegurou que os 27 defenderão seus interesses nas negociações.

O premiê italiano Paolo Gentiloni, se mostrou cauteloso em relação às negociações, disse que o processo não será fácil e que é preciso "ter uma atitude que não seja de hostilidade".

 

"Derrotaremos qualquer tipo de ataque", diz

vice dos EUA sobre Coreia do Norte

17/04/2017 08h21 - Brasília - Da Agência EFE

O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, afirmou nesta segunda-feira (17) em Seul que a Coreia do Norte "faria bem não testando a determinação" de Donald Trump e lembrou que Washington ordenou ataques recentemente na Síria e no Afeganistão. As informações são da Agência EFE.

"Derrotaremos qualquer tipo de ataque e enfrentaremos qualquer provocação nuclear ou de mísseis com uma resposta surpreendente", disse Pence após se reunir hoje em Seul com o presidente em exercício sul-coreano, Hwang Kyo-anh, no segundo dia de sua visita ao país asiático.

A viagem do número dois do Governo dos EUA à Coreia do Sul acontece em um momento de tensão com a Coreia do Norte, após um novo teste de lançamento de um míssil realizado na véspera pelo regime de Kim Jong-un.

Pence destacou que a "era da paciência estratégica" de Washington com Pyongyang acabou com a chegada de Trump à Casa Branca e lembrou que no último ano o regime norte-coreano realizou dois testes nucleares ilegais e vários lançamentos de mísseis.

"Queremos chegar [a uma solução para a atual crise] por meios pacíficos. Ainda assim, todas as opções estão sobre a mesa", advertiu o vice-presidente americano em referência à via militar.

"Todas as futuras decisões sobre as políticas em relação ao Norte serão tomadas com uma estreita cooperação e com base em nossa aliança", disse na mesma linha o presidente interino sul-coreano.

Horas antes de Pence aterrissar em solo sul-coreano, a Coreia do Norte tentou lançar, sem sucesso, um míssil balístico que explodiu após ser disparado.

 

EUA atacam base aérea na Síria em resposta

ao uso de armas químicas, diz Trump

07/04/2017 00h01 - WashingtonVersão para impressão

Paola De Orte - Correspondente da Agência Brasil

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse ontem (6) que ordenou um ataque militar a uma base aérea na Síria. Trump afirmou que a ofensiva é uma resposta ao uso de armas químicas pelo governo do presidente Bashar Al Assad nessa terça-feira (4). Segundo o presidente, com o ataque químico, Assad “sufocou a vida de muitos homens, mulheres e crianças indefesas”. “Foi uma morte lenta e brutal para muitos”. Trump disse que o ataque foi feito contra a mesma base aérea de onde o governo de Bashar Al Assad lançou o ataque químico.

Trump disse que é do interesse da segurança nacional dos Estados Unidos prevenir e deter a proliferação do uso de armas químicas mortais. “Não pode haver nenhuma dúvida de que a Síria utilizou armas químicas banidas, violou suas obrigações perante a Convenção sobre as Armas Químicas e ignorou os pedidos do Conselho de Segurança”, disse Trump.

O presidente também disse que "chama todas as nações civilizadas para se juntar aos Estados Unidos para colocar um fim ao massacre e ao derramamento de sangue na Síria e para colocar um fim ao terrorismo de todos os tipos”.

Relatos da mídia norte-americana dizem que foram mais de 50 mísseis Tomahawk lançados contra a Síria e que os Estados Unidos teriam informado a Rússia sobre a iminência do ataque. Ontem (5), o Conselho de Segurança das Nações Unidas se reuniu para debater o ataque químico, porém, mais uma vez, a votação de uma resolução foi barrada por oposição da Rússia – o país já barrou, ao lado da China, sete tentativas de aprovar uma resolução condenando o regime de Bashar Al Assad.

Na reunião dessa quarta-feira, a representante dos Estados Unidos nas Nações Unidas, Nikki Haley, havia dito que, quando a ONU “falha consistentemente em seu dever de agir coletivamente, há momentos na vida dos Estados que nós somos levados a agir por conta própria”, o que já sinalizava para uma possível ação militar dos Estados Unidos.
 


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Folder de apresentação do XVII Greenmeeting

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