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Polônia expressa preocupação por manobras

militares de Rússia e Bielorrússia

Da Agência EFE14/09/2017 15h09,

O governo de Varsóvia denunciou nesta quinta-feira (14) "indícios" de que as manobras conjuntas iniciadas pelos exércitos de Rússia e Bielorrússia perto da fronteira com a Polônia e com os países bálticos têm "caráter ofensivo", ao contrário do declarado por Moscou. A informação é da EFE.

O vice-ministro de Defesa da Polônia, Michal Dworczyk, expressou em uma declaração no Parlamento sua "preocupação" perante estes exercícios militares denominados "Zapad 2017", que tanto a Polônia como a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) "acompanham de perto".

Tratam-se algumas manobras que não são transparentes, tanto pela falta de informação sobre o número de soldados envolvidos quanto pelas incertezas em torno do cenário escolhido", acrescentou o titular da Defesa, referindo-se às dúvidas expressadas pela Otan quanto à veracidade dos dados apresentados por Moscou.

A Rússia afirma que estas manobras mobilizaram cerca de 12.700 soldados (de modo que deveria apenas informar à Otan e convidar observadores), quando a aliança estima que o número de militares envolvidos é de aproximadamente 100 mil."

As "Zapad", manobras militares que a Rússia e a Bielorrússia realizam a cada quatro anos para melhorar sua coordenação, acontecem perto das fronteiras da Polônia, Estônia, Letônia e Lituânia. O alerta perante estes exercícios também afetou os países bálticos, que criticaram a falta de transparência da Rússia e se consideraram preparados para se defender.

A presidente da Lituânia, Dalia Grybauskaite, afirmou em uma entrevista à rádio LRT que seu país “está melhor preparado" agora do que em ocasiões anteriores, em parte pela ajuda dos "amigos da Otan". Ela também denunciou que, apesar da fase "ativa" das manobras ter começado hoje, os "movimentos de tropas e os preparativos" estão acontecendo "há cerca de um mês".

Por sua vez, o ministro de Relações Exteriores da Letônia, Edgars Rinkevics, afirmou à televisão pública que seu país "não considera os exercícios como uma ameaça militar direta", mas reconheceu que o governo está em "estado de alerta".


"Não podemos descartar as tentativas de testar as defesas da Otan ou de nos testar de uma forma não militar, como em ciberdefesa", acrescentou.

 

Furacão Harvey deixa 46 mortos em Houston

fortes chuvas atingem o Tennessee

Uma semana depois do início do furacão Harvey na costa do Texas, a busca por sobreviventes continua. O fenômeno já é considerado um dos desastres naturais de maior impacto em termos de custos da história dos Estados Unidos.

O Harvey, agora rebaixado a depressão tropical, já deslocou mais de um milhão de pessoas. Por enquanto, estima-se 46 mortes, causadas pelas enchentes que paralisaram Houston,

Levando os rios a subir para níveis recordes e cortando o suprimento de água potável na cidade de Beaumont, de cerca de 120 mil habitantes. A depressão tropical agora se direciona ao nordeste do país. Desde quarta, chuvas fortes atingem o Tennessee, e continuaram ao longo desta sexta.

Também na sexta, o presidente Donald Trump disse que deve fazer em breve o pedido de financiamento ao Congresso para ajudar o Texas e a Louisiana a se recuperarem da devastação do furacão Harvey. A expectativa é que o governo federal peça quase seis bilhões de dólares.

Além disso, o prefeito de Houston pediu para que os moradores que ainda estão nas áreas inundadas deixem suas casas.

E um novo perigo já surge. É o Irma, o quarto furacão desta temporada, que ainda ganha força no Atlântico e ameaça os Estados Unidos e o Caribe a partir da semana que vem.

Paola de Orte

 

Xi Jinping diz a Trump que só o diálogo poderá

trazer a paz e conseguir o desarmamento

Leandra Felipe

O presidente da China, Xi Jinping, conversou neste domingo (13/08) por telefone com o presidente dos EstadosUnidos, Donald Trump, e pediu cautela e mais cuidado nas declarações sobre a Coreia do Norte. Ele afirmou estar preocupado com a escalada de tensões e ameaças entre Washington e Pyongyang.

Xi Jinping disse, ainda, que seu país está disposto a trabalhar junto à gestão Trump. O presidente chinês afirmou que tanto os Estados Unidos quanto a China compartilham do interesse de promover o desarmamento nuclear da Coreia do Norte. Mas afirmou que só o diálogo poderá trazer a paz e o desarmamento.

O líder norte-coreano, Kim Jon-un, enviou uma nova mensagem aos Estados Unidos nesse sábado (12), dizendo que pode atacar Ilha de Guam, território americano no Oceano Pacífico, a qualquer momento. E que o governo Trump se arrependerá se mantiver as ameaças.

 


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