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O presidente Turco Recep Erdogan reage

as sanções dos EUA

O presidente da Turquia, Recep Erdogan disse nesta quarta-feira (15) que vai aumentar as tarifas de diversos produtos importados dos Estados Unidos, como uma resposta às medidas aplicadas pelo governo americano ao aço e ao alumínio turcos.

"As taxas de importação de determinados produtos foram aumentadas de modo recíprocos aos ataques deliberados da administração americana a nossa economia", anunciou no Twitter o vice-presidente turco Fuat Oktay.

Um decreto assinado pelo presidente Erdogan dobrou as tarifas turcas de carros de passageiros para 120 por cento, de bebidas alcoólicas para 140 por cento e de fumo para 60 por cento. As tarifas também foram duplicadas em bens como cosméticos, arroz e carvão.

As novas tarifas dobram as taxas aplicadas atualmente, segundo a agência estatal Anadolu. O decreto do aumento das tarifas assinado pelo presidente turco Recep Erdogan foi publicado no Diário Oficial do país, elevando as preocupações de uma escalada da tensão entre os dois países e de uma batalha comercial.

Disse também que os turcos vão boicotar os produtos eletrônicos, inclusive o iPhone, que vêm dos Estados Unidos. A iniciativa é uma retaliação às sanções impostas pelo presidente norte-americano, Donald Trump, que aumentou os impostos sobre alumínio e aço.

Com isso a lira turca perdeu mais de 25% de seu valor em um mês, o que aumenta ainda mais a pressão inflacionária na Turquia. Desde o início do ano, o valor da lira turca caiu 40% frente ao dólar e ao euro. Desde terça-feira, porém, a lira parece se estabilizar, após medidas do Banco Central e ao apelo de Erdogan de converter ouro e divisas estrangeiras.

O governo Trump cobra da Turquia a libertação do pastor evangélico norte-americano Andrew Brunson, acusado de terrorismo e espionagem. O impasse entre os dois países levou à queda das bolsas de valores em vários países e afetou também o preço do dólar no Brasil.

 

Diálogo com Kim Jong-un está sendo

positivo, diz Trump


Agência EFE - Washington -03/07/2018 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (3) que, se não fosse por ele, seu país estaria agora "em guerra" com a Coreia do Norte, e ressaltou que o diálogo com o regime de Kim Jong-un está sendo positivo.

"Muitas conversas boas com a Coreia do Norte. Está indo bem! Enquanto isso, não houve Lançamentos de Foguetes nem Testes Nucleares em 8 meses. Toda a Ásia está contente", escreveu no Twitter o presidente americano.

"Só o Partido de Oposição, que inclui os Veículos de Imprensa Falsos, está se queixando. Se não fosse por mim, agora estaríamos em Guerra com a Coreia do Norte", acrescentou Trump.

O secretário de Estado americano, Mike Pompeo, viajará quinta e sexta-feira à Coreia do Norte para conversar com Kim Jong-un sobre o desenvolvimento do acordo assinado por Trump e o líder norte-coreano durante a cúpula em Cingapura no dia 12 de junho.

Essa declaração abre as portas para a desnuclearização do regime norte-coreano em troca de concessões de Washington que garantam a sobrevivência do regime, mas não especifica mecanismo nem prazos concretos para esses objetivos.

 

A Ministra Angela Merkel tem o seu quarto

mandato como chanceler da Alemanha

Angela Merkel foi eleita, neste 14 de março, chanceler da Alemanha pela quarta vez, com votos da maioria dos Bundestag, após reeditar o acordo de grande coalizão entre conservadores e social-democratas.

A Europa espera insistentemente o apoio do Governo da Alemanha para iniciar as várias reformas com que Paris e Berlim pretendem refundar a UE. Merkel se diz convicta de que este é o momento, agora que a França tem um presidente que se destaca por seu brio pro-europeísta, e antes das primeiras eleições europeias pós-Brexit.

Merkel recebeu o apoio incondicional de 364 deputados dos 692 presentes no plenário, enquanto 315 votaram contra, nove se abstiveram e quatro anularam o voto. "Aceito a eleição", disse Merkel, perante o presidente da Câmara, Wolfgang Schauble, que lhe desejou "força e sucesso" para enfrentar as "grandes tarefas" da legislatura.

Após o resultado da apuração, a chanceler recebeu cumprimentos dos parlamentares e dos convidados, entre eles ministros da antiga legislatura, futuros membros do gabinete, seu marido, Joachim Sauer, e sua mãe, Herlind Kasner.

A líder do CDU vai agora para a sede da presidência do país, o Palácio de Bellevue, para ser oficialmente nomeada chanceler pelo chefe do Estado, Frank-Walter Steinmeier, e depois voltará ao Parlamento para jurar o cargo.

Angela Merkel conseguiu acabar com os quase seis meses de bloqueio político que se seguiram às eleições do dia 24 de setembro do ano passado, que deixaram um panorama fragmentado e poucas opções para formar um governo estável pela queda dos dois grandes partidos - conservadores e social-democratas - e o surgimento da ultradireitista Alternativa para a Alemanha (AfD).

Merkel buscou mais uma vez o apoio dos social-democratas para sua quarta legislatura, com quem fez ampla aliança para o seu primeiro mandato (2005-2009) e o terceiro (2013-2017), após a assinatura formal, na última segunda-feira 12 de março, do novo pacto de governo, resultado de uma negociação complexa.

Angela Merkel assumiu a chancelaria da República Federal da Alemanha em novembro de 2005 e é lembrada como uma das mulheres mais poderosas do mundo. Estudou Física na Universidade de Leipzig e trabalhou no Instituto Central de Físico-química na Alemanha Oriental, onde viveu até a queda do Muro de Berlim, em 1989, quando houve a unificação das Alemanhas e a formação da República Federal da Alemanha. A chanceler alemã concluiu seu doutorado em 1986 e entrou para a política em 1989, quando se filiou ao partido Despertar Democrático. Em 1990, ingressou na União Democrática Cristã, partido do então chanceler Helmut Kohl que esteve à frente do país entre 1982 e 1998.

 


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Folder de apresentação do XVII Greenmeeting

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