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Rompimento da barragem de rejeitos

da mineradora Vale em Brumadinho,

"Uma tragédia anunciada".

No inicio da tarde de sexta-feira 25/01 uma barragem da Vale se rompeu em Brumadinho (MG), a cerca de 60 km de Belo Horizonte. A tragédia aconteceu na região do córrego do Feijão, que deságua no rio Paraopeba, na Bacia do Rio São Francisco. O rompimento acontece três anos após a queda de uma barragem da Samarco também em Minas Gerais, em Mariana, o maior da história da mineração no Brasil. A Vale é uma das donas da Samarco, junto com a mineradora anglo-australiana BHP Billiton.

A quantidade de rejeito acumulada na estrutura fez com que uma outra barragem transbordasse. A lama atingiu uma área administrativa da companhia e parte da comunidade de Vila Ferteco e o numero de mortos podem chegar a 300 pessoas.

O presidente Jair Bolsonaro, sobrevoou na manhã de sábado (26) a área atingida pelo rompimento da barragem em Brumadinho. Bolsonaro usou o Twitter para dizer que é "difícil ficar diante de todo esse cenário e não se emocionar" e prometer que o governo fará o que estiver ao seu alcance para atender as vítimas, minimizar danos, apurar os fatos, cobrar justiça e prevenir novas tragédias, citando ainda o desastre de Mariana.

Uma força tarefa de procuradores vai apurar as causas e as responsabilidades do rompimento de barragem na Mina do Córrego do Feijão, explorada pela mineradora Vale, em Brumadinho (MG). A determinação é da procuradora-geral da República, Raquel Dodge.

Dodge defendeu alteração dos protocolos científicos que atestam a segurança das barragens onde são depositados os rejeitos da mineração. “É preciso aprimorar esses protocolos científicos porque eles têm falhado. Minas Gerais tem quase 700 barragens que estão classificadas em razão do risco de rompimento e é preciso garantir que esse risco seja realmente baixo e que essas informações sejam confiáveis.”

O acidente com a barragem da mineradora Vale em Brumadinho (MG), a 60 km de Belo Horizonte, ganhou destaque na imprensa internacional. A tragédia foi noticiada por sites de jornais, como os americanos "Washington Post" e "The New York Times", pelo britânico "The Guardian", pelos argentinos "Clarín" e "La Nacion", o francês "Le Monde", pela rede de TV americana CNN.

Fonte Agência Brasil.

 

Presidente Jair Bolsonaro participa

do fórum econômico mundial 

em Davos na Suiça.


O presidente Jair Bolsonaro participa do fórum econômico mundial de Davos na Suiça do dia 22 a 24 de janeiro. O Forum que não terá estrelas como Donald Trump, Theresa May e Emmanuel Macron.

Bolsonaro realiza sua primeira viagem ao exterior como presidente da republica, irá à luxuosa estação de esqui suíça, onde a elite econômica e política mundial se reúne anualmente, acompanhado entre outros de seu ministro da Economia, Paulo Guedes e do ministro da Justiça, Sérgio Moro.

Os olhares estarão atentos para o discurso que dará na terça-feira diante do fórum, que reúne 3.000 empresários e líderes políticos. Além de seu projeto para a maior economia da América Latina, Bolsonaro também preocupa por suas posições céticas acerca do clima e particularmente pela gestão da Amazônia.

Uma pesquisa do Fórum Econômico Mundial publicada nesta semana revela que a mudança climática é a principal preocupação dos participantes, não apenas por suas consequências no planeta, mas também em setores como a logística e os transportes.

"A agenda de Davos trata apenas da mudança climática como um tema entre outros. A elite de Davos ainda acredita que temos tempo para resolver a crise climática, mas não temos" disse a diretora-executiva do Greenpeace International, Jennifer Morgan.

Entre os latino-americanos, também estarão presente os presidentes da Colômbia, do Equador, do Peru, do Paraguai e da Costa Rica. Mas o novo presidente mexicano, Andrés Manuel López Obrador, não irá.

Este ano será marcado principalmente pelas ausências, como a do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que cancelou sua visita devido à paralisação parcial do governo americano em sua batalha para forçar o Congresso a financiar um muro na fronteira com o México.

Não haverá sequer uma delegação dos EUA em Davos, onde estavam previstas as visitados do secretário de Estado, Mike Pompeo, e o do Tesouro, Steven Mnuchin. 

 

Termina em Katowice na Polônia a COP24,

Conferência das Partes da Convenção 

do Clima das Nações Unidas.


Terminou neste domingo 15 de dezembro em Katowice na Polonia a COP24, Conferência das Partes da Convenção do Clima das Nações Unidas. Os representantes de mais de 150 países que se reuniram na Polônia, decidiram executar uma série de regras que permitem a implementação do Acordo de Paris.

A partir de 2020, com a adoção do “Livro das Regras” os países signatárias deverão trabalhar juntos para enfrentar de maneira objetiva o aquecimento global sob o Acordo de Paris. Pelas medidas aprovadas, todos os países, incluindo os países em desenvolvimento, devem detalhar os esforços para reduzir as emissões de gases de efeito estufa. Acredita-se que este relatório deva ser apresentado até o final de 2024.

A cada dois anos, os países apresentarão um relatório detalhando suas ações climáticas, que será avaliado por especialistas, mas sem a possibilidade de se aplicar sanções. Ainda uma outra determinação relata que os países industrializados informem às Nações Unidas a ajuda financeira que planejam fornecer aos países em desenvolvimento. 

A próxima Conferência das Partes da Convenção do Clima das Nações Unidas, a COP25, será realizada no  Chile no período de 11 a 22 de novembro de 2019. Inicialmente, a conferência estava prevista para ocorrer no Brasil. Mas o governo brasileiro abriu mão da organização do evento por "restrições orçamentárias".

Foto Divulgação.

 


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Folder de apresentação do XVII Greenmeeting

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